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30 de Novembro de 2020




Brasil pode receber doses de vacina da Moderna contra covid

18 de Novembro de 2020
- Fonte: R7 - Atualizado 18/11/2020 09:59:55
Divulgação

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A participação do Brasil no Covax (Fundo de Acesso Global à Vacina para covid-19) pode garantir que o país tenha acesso a um dos imunizantes mais avançados nos testes: o da norte-americana Moderna.
 
Na segunda-feira (16), a empresa anunciou que a vacina tem 94,5% de eficácia contra o coronavírus, após análise preliminar da fase 3 dos testes clínicos, que incluem mais de 30 mil voluntários.
 
A cota do Covax adquirida pelo governo brasileiro, no valor de R$ 2,5 bilhões, garante ao país uma reserva de mercado de 42 milhões de doses de uma ou mais das nove vacinas em estudo que fazem parte do programa.
 
O R7 questionou o Ministério da Saúde se há intenção de escolher a vacina da Moderna, caso seja aprovada em breve pela agência reguladora dos Estados Unidos, a FDA.
 
A pasta não tratou especificamente deste imunizante, apenas disse que “todas as vacinas do mundo em fase avançada de estudos clínicos estão sendo analisadas”.
 
“Atualmente, o ministério acompanha cerca de 270 pesquisas, muitas já em estágio avançado e com resultados promissores. Todas as apostas necessárias serão feitas para achar uma solução definitiva para imunizar a população brasileira”, acrescenta.
 
Ao mesmo tempo, o governo brasileiro também analisa uma proposta da também norte-americana Pfizer, cuja vacina deve ser submetida a um pedido de aprovação emergencial ainda neste mês nos EUA. Esta, porém, não integra o Covax e teria que ser negociada por acordo bilateral.
 
Temperatura é vantagem
 
Diferente da concorrente, a Moderna diz que a temperatura de armazenamento da vacina desenvolvida por ela traz uma vantagem, tendo em vista que a da Pfizer precisa ser mantida a -70°C, o que requer caixas especiais com gelo seco.
 
“Você tem a capacidade de mantê-la em -20°C, que é essencialmente uma temperatura normal do freezer em casa ou de freezer médico por até seis meses, dos quais até 30 dias podem estar em uma temperatura normal de geladeira”, disse o chefe de operações da Moderna, Ray Jordan, em uma entrevista ontem à CTV News, do Canadá.
 
A Moderna tem apoio do NIH (Institutos Nacionais de Saúde) dos Estados Unidos no desenvolvimento do imunizante.
 
Assim como a da Pfizer, a tecnologia adotada é a da RNA mensageiro, que usa uma molécula produzida em laboratório a partir da sequência genética do coronavírus causador da covid-19 (SARS-CoV-2).
 
Quando a pessoa recebe a vacina, o organismo interpreta as moléculas como se fossem o vírus — mas elas não causam danos — e começa a produzir anticorpos.
 
Posteriormente, se o indivíduo vacinado tiver contato com o SARS-CoV-2, a chance de estar protegido é de 94,5%, segundo o estudo da Moderna.
 
Dentre as potenciais vacinas contra a covid-19 desenvolvidas ao redor do mundo, 47 já estão sendo testadas em humanos e mais de 20 já estão na terceira e última etapa antes de uma possível aprovação por órgãos reguladores – o que representa um passo decisivo rumo à distribuição para a população -, de acordo com a última atualização feita pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 3 de novembro. Quatro desses imunizantes mais avançados passam por estudos no Brasil. Saiba mais sobre cada um deles.
 
Vacina de Oxford: considerada pela OMS a mais adiantada no mundo em termos de desenvolvimento, a vacina desenvolvida em parceria pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca também passa por testes no Reino Unido, Estados Unidos e África do Sul. No Brasil, são 5 mil voluntários.
 
O imunizante tem se mostrado seguro e gerou uma resposta imune forte até mesmo em idosos. segundo o jornal Financial Times. A previsão é que ele seja disponibilizado no SUS (Sistema
 
Único de Saúde) em março de 2021. Inicialmente, serão fornecidas 30 milhões de doses, e grupos mais vulneráveis, como idosos e profissionais de saúde, devem ser priorizados, de acordo com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que fará a produção no país. A vacina é baseada na tecnologia de vetor viral não replicante, no caso, um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés e foi geneticamente modificado com partes do novo acoplaram ao adenovírus partes do coronavírus, a fim de ativar o sistema de defesa do organismo,
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