Juína/MT, 22 de Junho de 2024
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22 de Junho de 2024


ARTIGOS Sexta-feira, 13 de Outubro de 2023, 09:35 - A | A

Sexta-feira, 13 de Outubro de 2023, 09h:35 - A | A

Aprender a enfrentar o futuro

Wilson Carlos

Em nossas vidas, cada um de nós somos cercados por muros individuais e são particularizados, mas que às vezes vemos como instransponíveis, até o momento que despertamos e começarmos a entender que além desses muros invisíveis existem 1.001 opções de vidas produtivas.

E, são as nossas ações impensadas que provocam erosões que levam à indigestões e rompimentos de pactos sociais, mas ficam as perguntas do porque dessas fendas?

Por isso temos que desenvolver a visão periférica, pois é através delas que evitamos as decisões precipitadas, pois nem sempre vem na medida certa ou na hora certa, são produzidas por pares ou atores que vivem os seus dramas no tempo inexato, proporcionado pelos desejos separados por dois lados conflitantes.

O desgaste cresce à medida que os rompimentos não são assumidos, e por isso, seguem os desgastes pelo comodismo ou pela falta de coragem em decidir, e que vão escorrendo pelos dedos das mãos do tempo, até superar o limite e desfazer o medo insensato que termina no muro da razão.

Para romper e passar além dos muros requer coragem, pois nem sempre a fuga é a melhor saída e nem sempre tensão sem resistência é o professor da razão.

A vida roda e nesse giro não temos o poder de modificar os fatos produzido pelo dia que passou, mas a cada dia seguintes somos agraciados por momentos que podem trazer novas alegrias e que por saudosismo ficaram arquivos em nossos registros mentais, são registros a ecoar em forma de gritos de comemorações ou lamentos momentâneos, mas na realidade tudo passa e novas etapas da vida vem para testar a nossa capacidade de resistência das dores interiores.

Ninguém está salvo ou vacinado contra dias difíceis, por outro lado, devemos saber que não existe recompensa sem obras, há sim, lamentos estranhos por todo o universo, porque o mundo está em rotação constante e a conquista material pode até encher os bolsos, e também pode produzir satisfações pessoais momentâneas, que às vezes são produtos de geração de almas vazias e que são fatores de destruições de relacionamentos.

Na verdade vivemos presos a hábitos e são estes que nos limitam, e ao desfazermos das rotinas, podemos até romper uma importante barreira rumo à evolução de nossas vidas, pois viver é saber administrar os contrastes que a vida nos oferece. O importante é saber optar pelo que melhor nos convier, a decisão é única e pessoal, sabendo que só alcança o impossível, aqueles que têm especialidades em conquistas, por isso, precisamos aprender a ver o invisível.

Ao rompermos as amarras que nos prendem as convenções e ao agirmos de acordo com as nossas convicções, com certeza seremos mais felizes e jamais desperdiçaremos as oportunidades que a vida nos proporciona.

Wilson Carlos Fuáh é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

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