Juína/MT, 18 de Junho de 2024
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18 de Junho de 2024


Brasil Segunda-feira, 06 de Março de 2023, 07:59 - A | A

Segunda-feira, 06 de Março de 2023, 07h:59 - A | A

Puxado pelo preço do tomate, valor da cesta básica começa março mais alto

A primeira semana de março acumulou o segundo aumento consecutivo no indicador da cesta básica em Cuiabá, dessa vez, com um avanço de 0,39% em relação à semana anterior. O valor averiguado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT) chegou a R$ 774,26. A alta observada no levantamento passado foi pouco maior, de apenas 0,48%, interrompendo, assim, uma sequência de 5 recuos consecutivos.

O superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, explica que o crescimento neste período representa estabilidade e mantém equilibrada as variações semanais da cesta. “Esse equilíbrio, que tende para um leve aumento, mantém os gastos das famílias menos voláteis, contribuindo para o consumo das famílias”.

Segundo análise do IPF-MT, o tomate foi o item com maior variação no preço na semana, visto que apresentou alta de 4,87%, fazendo com que o preço médio do fruto passe de R$ 6,79/kg para R$ 7,13/kg. “O fruto tem oscilado para aumento e recuo nas últimas semanas, tendo seu preço muito conectado às variações climáticas e, mesmo assim, se mantendo em um patamar bem abaixo do averiguado nas últimas semanas de 2022 e no início de 2023”, destacou Cunha.

O mesmo ocorreu com a batata, que teve uma colheita prejudicada e, com isso, apresentou variação positiva de 2,5% no seu preço em uma semana, devido ao clima e uma queda em sua qualidade.

Já o óleo de soja, que registrou recuo semanal de 2,36% e acumula a quarta queda consecutiva, pode ter sua variação conectada a uma maior produção, visando a exportação, o que aumenta sua oferta. Além disso, a mudança de consumo também pode afetar a cadeia produtiva.

As oscilações observadas nas últimas semanas, segundo o superintendente da Federação, reforçam que “em cenário geral, mesmo com outros índices econômicos em alta, o valor da cesta em Cuiabá tem mostrado menor intensidade de variações, o que beneficia não somente o consumidor direto, mas diversas cadeias de alimentos”.

 

 

Fonte: GD

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