Juína/MT, 16 de Junho de 2024
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Lista de Notícias Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018, 00:00 - A | A

Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018, 00h:00 - A | A

Caseiro de fazenda preso pela Força Tática de Juína ganha liberdade e alega mais uma vez inocência

Juína News

O caseiro de uma fazenda nas proximidades da BR 174, que foi preso suspeito de integrar uma quadrilha de roubo de gado procurou a TV Band e também o site Juína News para falar mais uma vez sobre sua inocência e também do preconceito que o mesmo vem sofrendo após o caso vir a tona na cidade.

Paulo César da Silva Diniz relatou que após o caso ir ao ar sua vida virou um inferno.

O mesmo alega que é morador de aluguel em uma residência, e que após o acontecido o proprietário até pediu ao mesmo para desocupar a casa.

Paulo César disse que a notícia repercutiu até mesmo para seus familiares que moram no estado de São Paulo, e que sua família que mora na cidade de Juína está sendo vítima de preconceitos estão sofrendo muito com isso, pois pessoas que eram próximas de Paulo César e da família se afastaram, o que está causando grande sofrimento ao mesmo.

Ele foi preso quando a Força Tática foi até a fazenda onde ele trabalhava como caseiro, e encontrou 79 cabeças de gado que foram tomados de assalto na semana passada na BR 174, entre os municípios de Castanheira e Juruena. Lá os policiais apreenderam armas de fogo.

Porém, seu Paulo contou que foi contratado por Divino Pereira de Rezende, para trabalhar em um arrendamento de uma fazenda na BR 174, onde ao mesmo foi ofertado um salário no valor de R$ 1.500.00 mensais para cuidar de gados e outros serviços correlatos referente ao trabalho de caseiro, porém afirma que não sabia que se tratava de um gado roubado e tão pouco que as coisas tomariam esse rumo, sendo que a polícia fez o trabalho dela, mas que sua imagem perante seus amigos e alguns familiares ficou manchada, e pede para que todos que se afastaram dele por conta do ocorrido, que reconsidere, pois o mesmo é inocente.

O próprio Divino em entrevista no dia da ação policial disse que Paulo teria sido apenas contratado para trabalhar como caseiro e que ele não sabia do crime praticado por ele Divino.

Chorando, o seu Paulo conta que foi solto por força de um alvará de soltura no domingo emitido por um juiz da comarca de Juína e  afirma mais uma vez ser inocente.

Ele deverá responder em liberdade até que a justiça conclua o caso.

 

 

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Alcie 02/12/2018

Conheço o Paulo há mais de vinte anos nunca vi ou ouvi qualquer ato ou coisa alguma que venha a inibir o caráter desse homem, pai de família criou seus filhos com muito trabalho lutando com honestidade!! Força meu irmão não tema a nossa justiça é lenta mas não falha!!

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Alcir 29/11/2018

Conheço o Paulo há mais de vinte anos nunca vi ou ouvi qualquer ato ou coisa alguma que venha a inibir o caráter desse homem, pai de família criou seus filhos com muito trabalho lutando com honestidade!! Força meu irmão não tema a nossa justiça é lenta mas não falha!!

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