Juína/MT, 22 de Junho de 2024
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22 de Junho de 2024


Cidades Segunda-feira, 27 de Novembro de 2023, 08:57 - A | A

Segunda-feira, 27 de Novembro de 2023, 08h:57 - A | A

4ª SEMANA EM ALTA

Valor da cesta básica aumenta 0,09% e custo é de R$ 746,05 em Cuiabá

Valor da cesta básica em Cuiabá completou 4 semanas de alta e fechou o mês de novembro ao custo de R$ 746,05. O crescimento, de apenas 0,09%, refletiu no aumento nominal de R$ 0,69 sobre a semana anterior, acumulando desde a primeira semana do mês um avanço de 2,08% no preço. Dados são do levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

Os itens que sofreram maiores impactos nas variações de preço, observado na última semana do mês, foram o tomate e a batata, com altas de 8,45% e 1,78%, respectivamente. A banana registrou queda de 4,94% no seu preço, contabilizando, assim, o segundo recuo semanal, com um custo médio de R$ 9,07/kg.

Segundo análise do IPF, o encerramento da colheita do tomate em algumas regiões produtoras, associado a uma maior variação na qualidade do fruto, fez com que o item diminuísse sua oferta, o que pode estar relacionado ao aumento no preço médio verificado esta semana, que atingiu R$ 8,38/kg. 

 

Já a batata pode ter seu aumento de preço ocasionado pela diminuição da oferta diante de algumas chuvas que atrapalham a colheita, impactando no valor verificado esta semana, de R$ 5,72/kg. Ainda assim, há uma variação de -5,81% sobre a mesma semana de 2022, mantendo pela décima semana consecutiva uma variação negativa na avaliação anual, ainda conforme análise do instituto.

O valor atual está 1,85%, menor que na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o mantimento custava R$ 760,20. O superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, explica que a manutenção do valor atual menor que o registrado no igual período do ano anterior favorece o consumo atual das famílias.

“Mesmo com os aumentos nos preços observados nas últimas semanas, a cesta se mantém, pela terceira semana seguida, com valor menor que na variação anual. Essa perspectiva contribui para o consumo atual, já que não mantém tendência de crescimento no longo prazo no valor da cesta na capital”, afirma Cunha.

 

 

Fonte: GD

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